Sobre o livro
A inteligência artificial não chegou como revolução. Chegou como condição de trabalho. Nas reuniões, a IA redige as atas. No IDE, sugere código antes do desenvolvedor terminar de pensar. Nos processos, tudo se otimizou tanto que perdeu o sentido. Resta a pergunta que ninguém quer responder: o que ficou de humano neste sprint? O Último Sprint da Humanidade é o volume final da Fantasia Ágil Series, com tom elegíaco, anti-épico, de luto contido. Com 26 capítulos e apêndices exclusivos que incluem documentos corporativos simulados os quais continuam a ficção em outro registro, o livro fecha o arco da trilogia com a confissão do Mestre que nenhum leitor vai esquecer. Para quem acompanhou a série e para quem entra aqui pela primeira vez: o Léxico do Prédio garante que ninguém se perca.
Por que escrevi este livro
O livro surgiu quando comecei a observar times que usam IA em todo o ciclo de desenvolvimento e, mesmo assim, parecem cada vez mais perdidos. Quis explorar o que sobra de humano quando a máquina já está no IDE, na reunião e no code review. E se a resposta for: não muito. O que fazemos com isso?
- Inteligência Artificial
- Agilidade
- Futuro do Trabalho
- Fantasia
- Distopia