Sobre o livro
Rafael Mendonça é programador full-stack numa startup da Vila Madalena quando descobre uma API que não deveria existir: sem documentação, sem dono, e com JSONs que descrevem eventos que ainda não aconteceram, com precisão absoluta. Com Lúcia Tanaka, cientista de dados obcecada por padrões, e Jonas Albuquerque, DevOps que fala com servidores em voz baixa, Rafael percebe que cada consulta refatora a realidade. Semáforos piscam em binário. A cafeteira falha no momento crítico. Um gato aparece no escritório sem ter entrado por nenhuma porta. Debugando o Destino é uma comédia cósmica filosófica, no espírito de Douglas Adams encontrando Machado de Assis, sobre programação, livre-arbítrio e o absurdo de existir num universo que roda em modo debug e não tem README. Vinte e oito capítulos, cinco partes, três verbetes filosóficos intercalados e a garantia de que 42 continua sendo a resposta para tudo. Para quem já ficou sozinho de madrugada debugando algo impossível e sentiu que o bug estava olhando de volta.
Por que escrevi este livro
Nasceu de algo que todo programador já sentiu: aquela madrugada em que o terminal responde algo que não deveria ser possível, e você fica ali com a sensação de que o universo estava prestando atenção em você de uma forma estranha. Quis escrever o livro que faria rir e pensar ao mesmo tempo. E que lembrasse que 42 ainda é uma resposta perfeitamente razoável.
- Ficção Científica
- Comédia Cósmica
- Programação
- Filosofia
- Startup
- Douglas Adams